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Prêmio Ernani de Almeida Machado (22/10/2013)
Por Camila Frésca

No esteio de uma reformulação que começou em 2012, com o maestro e violinista Cláudio Cruz assumindo a direção do grupo, a Orquestra Jovem do Estado de São Paulo lançou no ano passado o Prêmio Ernani de Almeida Machado. É um estímulo e tanto aos jovens bolsistas da orquestra – que têm idade máxima de 26 anos –, já que o concurso é voltado apenas para seus instrumentistas. Todos podem se inscrever para concorrer às premiações, que totalizam R$ 120 mil. Do total de 90 músicos, cerca de 40 se inscreveram este ano, e 15 chegaram à final. No último dia 11, uma audição com esses finalistas selecionou os cinco premiados – que serão conhecidos logo mais, no dia 27 de outubro, em concerto na Sala São Paulo.

Além do polpudo prêmio principal, de R$ 60 mil, serão distribuídos outros quatro de R$ 15 mil cada, sendo que os contemplados devem utilizar o valor exclusivamente para o aperfeiçoamento musical no exterior ou para a aquisição de instrumentos.


Concerto da Orquestra Jovem do Estado no Auditório Ibirapuera [foto: Rogério Vieira/divulgação]

A Orquestra Jovem do Estado de São Paulo é administrada pela Emesp (Escola de Música do Estado de São Paulo – Tom Jobim) e o prêmio tornou-se possível graças a uma bem sucedida parceria público-privada – tão rara por aqui, sobretudo no setor educacional, mas que deveria inspirar e servir de exemplo para muitas outras. É o escritório Machado, Meyer, Sendacz e Opice Advogados quem patrocina a iniciativa, que já tem outras três edições garantidas. O prêmio leva o nome de um dos fundadores da empresa – o que não é nenhum problema, mas antes deveria ser mais um motivo para animar outras entidades privadas a apoiar projetos semelhantes.

Os resultados desse investimento já começam a aparecer: vencedor do prêmio principal no ano passado, Rubens Celso Lopes Filho, de 22 anos, é o primeiro percussionista brasileiro selecionado para o mestrado no Conservatório de Paris. Além dele, também venceram em 2012 o violinista Lucas Bernardo da Silva, o clarinetista Filipe dos Santos Esteves, o contrabaixista Gabriel Takano de Donno e o fagotista André Ramos Sanches.

No dia 27, saberemos quais serão os outros cinco instrumentistas da orquestra que terão a oportunidade aperfeiçoar seus estudos no exterior ou adquirir um novo instrumento. Independente do prêmio, vale ficar de olho na Orquestra Jovem do Estado nessa nova e promissora fase – e torcer para que o Prêmio Ernani de Almeida Machado tenha vida longa e traga outros bons frutos.

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Camila Frésca - é jornalista e doutoranda em musicologia pela ECA-USP. É autora do livro "Uma extraordinária revelação de arte: Flausino Vale e o violino brasileiro" (Annablume, 2010).

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