Na véspera da Copa do Mundo, a Filarmônica de Minas Gerais faz uma expedição musical à Rússia no concerto deste sábado. Com regência de Fabio Mechetti, o grupo e um quarteto de cordas interpretam Rachmaninov, Borodin, Rimsky-Korsakov, Tchaikovsky e Prokofiev.

[A apresentação acontece na Sala Minas Gerais e os detalhes da apresentação você encontra no nosso Roteiro Musical]

Depois de duas semanas com o maestro e violinista Thomas Zehetmair, a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo recebe nos concertos dos dias 23, 24 e 25 dois importantes convidados: o pianista Kirill Gerstein e o maestro Jaime Martín.

Professor da Musikhochschule de Stuttgart, na Alemanha, Gerstein estabeleceu-se rapidamente como um artista multifacetado, que aborda diferentes repertórios com o mesmo envolvimento. Em São Paulo, com a Osesp, ele toca dois concertos para piano: o concerto de Schoenberg e a Rhapsody in blue, de Gershwin. 

Recital Jovens Pianistas Alunos das professoras Luciane Penati e Rosélys Alleoni. Programa: obras de Clementi, Consiglio, Suzuki, Bastien, Lichner, Bach, Schumann, Faust, Billi, Chopin, Moskowsky, Grieg e Villa-Lobos, entre outros. Sala de Concertos Dr. Mahle. 24/05/19 Piracicaba, SP EMPEM - Escola de Música de Piracicaba Maestro Ernst Mahle Rua Santa Cruz, 1155 - Tel. (19) 3422-2464 Entrada franca.

Texto de Camila Fresca na Revista CONCERTO de outubro de 2014

Importante representante da primeira fase do período romântico, Felix Mendelssohn está longe de corresponder à figura conturbada e atormentada que se tornou o arquétipo do compositor da época. Seu pai era um banqueiro judeu que, querendo evitar dificuldades para os filhos, batizou-os na religião luterana. Assim, o nome Bartholdy, de uma pequena propriedade da família, foi incorporado a Jacob Ludwig Felix, e a posteridade o conheceria como Felix Mendelssohn-Bartholdy. 

É quase irresistível começar um texto sobre o Festival Amazonas de Ópera chamando atenção para o fato de que o evento terá apresentado, em pouco mais de um mês, uma quantidade maior de óperas do que os teatros municipais de Rio de Janeiro e São Paulo juntos. E, a partir dessa constatação, refletir sobre como chegamos – de novo – a essa situação.