Brasil musical: os destaques das orquestras em todo o país

por Redação CONCERTO 21/05/2019

A programação das orquestras em todo o Brasil tem diversos concertos ao longo da semana. Em Aracaju, o maestro Guilherme Mannis rege a Sinfônica de Sergipe, no dia 23, no Theatro Atheneu, em programa com Uma noite no Monte Calvo, de Mussorgsky; o Capricho espanhol, de Rimsky-Korsakov; e a Sinfonia nº 1, de Mily Balakirev.

Em Salvador, no Teatro Castro Alves, Carlos Prazeres comanda a Sinfônica da Bahia, no dia 23, em leitura da Sinfonia nº 7 de Bruckner (no dia 31, o oboísta Andreas Wittmann toca e rege a orquestra no Concerto em lá maior de Bach – o programa, que será apresentado na Igreja do Carmo, tem ainda a Abertura trágica, de Brahms, e a Sinfonia nº 4, de Schubert).

Carlos Prazeres com a Sinfônica da Bahia [Divulgação / Gabriel Camões]
Carlos Prazeres com a Sinfônica da Bahia [Divulgação / Gabriel Camões]

A Orquestra Filarmônica de Minas Gerais volta à Sala Minas Gerais, em Belo Horizonte, no dia 25, para concerto da série Fora de Série, que este ano mostra a intersecção entre a música e outras artes e áreas do conhecimento. Desta vez, Fabio Mechetti, diretor artístico e regente titular do grupo, interpreta peças de Yoshimatsu, Puccini, Respighi e Villa-Lobos para evocar, por meio dos sons, a fauna e a flora.

Em seu último compromisso do mês, no dia 25, a Camerata Sesi do Espírito Santo recebe o Duo Santoro, formado pelos violoncelistas Ricardo e Paulo Santoro, cujo trabalho tem se voltado à ampliação do repertório brasileiro para a formação. Em Vitória, eles tocam o Concerto para dois violoncelos de Dimitri Cervo, além de peças de Vivaldi (Concerto RV 531) e Claudio Santoro (Mini concerto grosso). A regência é de Helder Trefzger, diretor da Orquestra Sinfônica do Espírito Santo.

Ex-regente associado da Orquestra Sinfônica Brasileira, Lee Mills assume a direção da Sinfônica de Campinas nos dias 25 e 26, no Teatro Castro Mendes, tendo como solista a pianista Sonia Rubinsky. Ela interpreta o Concerto para piano nº 5, de Bach, e o Concerto fribourgeois, de Almeida Prado. Os concertos se encerram com a Sinfonia nº 2, de Schumann.

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