A partir do sábado, 20, o Balé da Cidade de São Paulo apresenta as obras Coro umbral, com direção, concepção e coreografia de Andrea Peña, e Até que se abra tudo, com direção, concepção e coreografia de Michelle Moura, no Theatro Municipal. As apresentações ocorrem nos dias 21, 25, 26, 27 e 28.
Coro umbral utiliza a dança para representar a transformação. Coreografada por Andrea Peña, a obra toma como inspiração imaginários latino-americanos e símbolos arquitetônicos e ritualísticos do Sul Global. Segundo a coreógrafa, a criação constrói "uma paisagem em constante deslocamento, na qual o corpo coletivo se torna simultaneamente indivíduo e monumento". A trilha sonora é assinada por Rodolfo Rueda (CIBER1A) e Coppélia LaRoche-Francoeur.
Até que se abra tudo expressa a metamorfose por meio do movimento. Na criação de Michelle Moura, o verbo "abrir" sintetiza o início das transformações psicológicas. "Num tempo em que emoções e desejos são extraídos e capitalizados, servindo de combustível a uma máquina extenuante, o petróleo e o lítio somos nós. O buraco na terra é o buraco no peito", comenta Moura. A trilha sonora e a performance musical são de Kaj Duncan.
Veja mais detalhes no Roteiro do Site CONCERTO.
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