Notícias do mundo musical

por Redação CONCERTO 01/03/2019

Projeto mundial, com participação da Osesp, homenageia Beethoven

A Osesp vai abrir, em dezembro, o projeto “Todos juntos: uma ode global à alegria”, idealizado pelo Carnegie Hall, de Nova York, para comemorar os 250 anos de nascimento de Beethoven. Nove orquestras dos cinco continentes, sob direção de Marin Alsop, apresentarão o último movimento da Nona de Beethoven, a Ode à alegria, em versões nos idiomas de cada país. 

“Ode à alegria é aparecer e ser considerado neste mundo. É sobre acreditar em nosso poder como seres humanos”, afirma Alsop. “Todos serão conectados por essa experiência. E eu acho que essa é a questão importante – que por meio desse projeto reuniremos diversas comunidades, e comunidades que normalmente não trabalham juntas.” Clive Gillinson, diretor executivo e artístico do Carnegie Hall, afirma que “os projetos de aprendizado criativo têm o poder de inspirar o diálogo e unir as comunidades”.

O projeto será inaugurado pela Osesp na Sala São Paulo, em dezembro desse ano. Com direção de Marin Alsop, participam os coros da Osesp e os solistas Camila Titinger, Luísa Francesconi, Paulo Mandarino e Paulo Szot. A tradução do poema de Schiller, que serve de texto à sinfonia, será do diretor artístico da Osesp, Arthur Nestrovski. O concerto explorará o legado da escravidão no Brasil durante o século XIX até hoje, e incluirá música popular e contemporânea.

Após atravessar os cinco continentes, o projeto culminará finalmente no Carnegie Hall, em dezembro de 2020, com uma orquestra jovem e um coral de trezentas vozes com cantores de toda a cidade de Nova York.


Selo CLÁSSICOS lança CDs Naxos do Brasil em concerto 

O Selo CLÁSSICOS, da Revista CONCERTO, lançará no Brasil os CDs do projeto Brasil em concerto. Com a fabricação no Brasil, os títulos, que têm distribuição internacional pelo selo Naxos, terão maior circulação e preço de comercialização significativamente menor do que se fossem importados.

Brasil em concerto é um projeto do Ministério das Relações Exteriores em parceria com a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, a Orquestra Filarmônica de Goiás e a Academia Brasileira de Música. Ele visa promover a gravação e o lançamento de 30 CDs dedicados à música de compositores brasileiros, como Claudio Santoro, Francisco Mignone, Almeida Prado, Edino Krieger, José Siqueira, Villa-Lobos e Carlos Gomes, entre outros. A previsão é de que o projeto seja completado até 2023. 

O primeiro álbum do Brasil em concerto, que integra a coleção Música do Brasil da Naxos, foi realizado pela Orquestra Filarmônica de Minas Gerais sob regência de Fabio Mechetti e já está sendo comercializado. O CD apresenta obras de Alberto Nepomuceno: o Prelúdio de O garatuja, a Série brasileira e a Sinfonia em sol menor. (Leia mais sobre o projeto na página 22 e sobre o CD dedicado a Nepomuceno na página 46.)

Brasil em concerto


Digital Concert Hall completa 10 anos

O Digital Concert Hall (DCH) – a plataforma de streaming que transmite os concertos da Filarmônica de Berlim via computadores, tablets e telefones celulares – está completando 10 anos. A primeira transmissão ao vivo foi feita no dia 6 de janeiro de 2009, quando a Filarmônica de Berlim, sob direção de Simon Rattle, apresentou, entre outras obras, a Sinfonia nº 1 de Brahms. Desde então, todas as apresentações da orquestra são transmitidas ao vivo, via o DCH, e, em seguida, armazenadas em um acervo de vídeos que hoje já conta com mais de 550 registros. Além dos concertos atuais, o acervo do DCH contém vídeos da era Abbado e da era Karajan, bem como documentários, entrevistas e apresentações do programa educacional da Filarmônica de Berlim.

O Digital Concert Hall é acessado por usuários de mais de 100 países. Em comemoração ao aniversário de 10 anos, o DCH oferece 20% de desconto aos leitores da Revista CONCERTO, que é a divulgadora oficial da plataforma no país (leia mais ao lado). 

Segundo Olaf Maninger, violoncelo solo e diretor de mídia da Filarmônica de Berlim, o DCH foi e segue sendo um projeto pioneiro no mundo, que mostra o trabalho da Filarmônica de Berlim e de seus parceiros musicais em todas as suas facetas. “Neste verão, Kirill Petrenko assumirá o cargo de regente titular de nossa orquestra e estamos contentes em poder tornar os concertos desta nova era acessíveis ao público internacional”, afirmou.

Filarmônica de Berlim[Divulgação / Stefan Hoderath]
Filarmônica de Berlim[Divulgação / Stefan Hoderath]

Leitores da Revista CONCERTO ganham 20% de desconto

Em um acordo especial em comemoração do aniversário de 10 anos do Digital Concert Hall, leitores da Revista CONCERTO ganham 20% de desconto nas compras e assinaturas da plataforma. Para isso, há um cupom de desconto na página do DCH do Site CONCERTO, que deverá ser inserido no ato da compra. Para aproveitar o desconto os usuários deverão acessar o DCH a partir do link do Site CONCERTO.

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Aldo Parisot (1918-2018)

O eminente violoncelista brasileiro Aldo Parisot, que fez inédita carreira internacional como solista e professor, faleceu no final de dezembro aos 100 anos. Nascido em Natal (RN), Parisot foi um músico prodígio, estreando como solista da Orquestra Sinfônica Brasileira aos 12 anos de idade. Nos anos 1940 transferiu-se para os Estados Unidos, onde estudou com Paul Hindemith. A partir de 1948, iniciou uma brilhante carreira de solista e camerista, tendo se apresentado nos principais palcos do mundo com maestros como Bernstein, Stokowski, Eleazar de Carvalho, Barbirolli, Mehta, Monteux e Villa Lobos. Paralelamente, desenvolveu uma destacada atividade docente em instituições como o Peabody Conservatory, a Mannes College of Music, o New England Conservatory e a Juilliard School. Desde 1958, Aldo Parisot era professor em Yale, onde se aposentou em junho passado. Segundo obituário divulgado pela Universidade de Yale, Parisot morreu tranquilo rodeado da família e de amigos. “Em sua casa em uma bonita tarde [...] ele faleceu ouvindo a uma antiga gravação da soprano brasileira Bidu Sayão cantando uma de suas canções de infância prediletas, ‘A casinha pequenina’, e encerrou a sua jornada escutando as Bachianas Brasileiras nº 5 escritas por seu querido amigo e compositor Heitor Villa-Lobos”.

Aldo Parisot, em 2018, quando comemorou 100 anos [Divulgação / Yale, Harold Shapiro]
Aldo Parisot, em 2018, quando comemorou 100 anos [Divulgação / Yale, Harold Shapiro]

Cursos CLÁSSICOS retomam programação em março

Os Cursos CLÁSSICOS da Revista CONCERTO, realizados no mezanino da Loja CLÁSSICOS da Sala São Paulo, retomam sua programação a partir do dia 9 de março. Em ambiente acolhedor e linguagem informal e acessível, especialistas discorrem sobre os mais variados assuntos relacionados à música clássica, ópera, história e cultura em geral. 

Em março são três cursos: Introdução à música clássica, em que Leonardo Martinelli apresenta os termos e noções básicas do universo da música clássica, assim como momentos marcantes da obra dos principais compositores da história; A geração romântica, por Irineu Franco Perpetuo, com uma introdução à música do século XIX por meio do contato com a vida e a obra de Schubert, Schumann, Brahms, Berlioz, Liszt, Wagner, Chopin, Verdi e Tchaikovsky; e A paixão segundo São Mateus, com Yara Caznok, que pretende sensibilizar – espiritual e esteticamente – os ouvintes por meio da escuta comentada da obra de Bach (a ser apresentada pela Osesp em abril). Consulte a programação completa na página 23 desta edição.

Maiores detalhes e inscrições clique aqui
Telefone: (11) 3539-0048

Participe dos Cursos CLÁSSICOS da Revista CONCERTO, o seu momento de lazer e cultura na Sala São Paulo!

Cursos CLASSICOS

 


Após suspensão da denúncia, Instituto Odeon segue na gestão do Theatro Municipal

Com a nomeação de Alê Youssef como novo secretário municipal da Cultura, a secretaria suspendeu temporariamente a denúncia contra o Instituto Odeon, organização social que gere o Theatro Municipal. Com isso, o Instituto Odeon segue na gestão da instituição. A denúncia havia sido apresentada em dezembro passado pelo então secretário André Sturm, com a alegação de irregularidades na gestão. Antes, os desentendimentos entre a secretaria e o Instituto Odeon já vinham sendo expostos publicamente, também por meio da divulgação de uma gravação em que o secretário pressionava o Instituto Odeon a assinar um distrato bilateral em comum acordo em troca da aceitação da prestação de contas da organização. O Instituto Odeon, contudo, nega irregularidades e afirma que o problema é a excessiva ingerência da secretaria no termo de colaboração. O litígio foi um dos fatores que levaram à saída de André Sturm da secretaria.

O novo secretário Alê Youssef, que assumiu em 14 de janeiro, suspendeu a denúncia. O comunicado diz que o objetivo é não paralisar as atividades do teatro e afirma que “o secretário Alê Youssef solicitou relatório da Fundação do Theatro Municipal sobre processos e padrões internos de fiscalização e controle, e determinou que o Instituto Odeon publique imediatamente a prestação de contas no site para garantir transparência aos usuários e munícipes”.

Detalhe da fachada do Theatro Municipal de São Paulo [Divulgação / Ricardo Kleine]
Detalhe da fachada do Theatro Municipal de São Paulo [Divulgação / Ricardo Kleine]

COMENTÁRIO Nelson Rubens Kunze 
Secretaria acerta em suspender denúncia; revisão do modelo de gestão é inadiável

A secretaria acerta em suspender temporariamente a denúncia contra o Instituto Odeon e assim assegurar o prosseguimento do trabalho do teatro. A denúncia feita em dezembro foi precipitada, sem a análise da defesa do Instituto Odeon e portanto sem comprovação de qualquer irregularidade. O cancelamento do contrato de forma atropelada e voluntariosa como vinha sendo conduzido pela Secretaria anterior lançaria o Theatro Municipal em mais um aventuroso período de incertezas. A nova secretaria de Alê Youssef também acerta na disposição de analisar todo o processo. Quem sabe, finalmente, o poder público compreenda a inviabilidade do modelo de gestão adotado pelo teatro – que interpõe uma Fundação pública entre a OS e a prefeitura e assim embaralha competências e responsabilidades – e resolva trabalhar resolutamente para a sua alteração. (Leia também, no Site CONCERTO, o texto “Um teatro de ópera para São Paulo”.)


Antonio Guerra Vicente (1942-2019)

Morreu de câncer no dia 12 de janeiro o violoncelista Antonio Guerra Vicente. Nascido no Rio de Janeiro, ele formou-se pela Escola de Música da Universidade do Brasil, atual UFRJ. Aperfeiçoou-se no Conservatório de Paris, entre os anos de 1964 e 1968, com o mestre André Navarra. De 1968 a 1971 foi violoncelista da Orquestra Sinfônica Brasileira, no Rio de Janeiro. Guerra Vicente mudou-se para Brasília, onde foi fundador da Orquestra do Teatro Nacional Claudio Santoro. Foi também membro fundador do Quarteto de Brasília. De 1972 a 1998, foi professor da Universidade de Brasília, onde implantou o curso de violoncelo. Guerra Vicente tinha intensa atividade como solista e camerista, tendo se apresentado em dezenas de concertos no Brasil e em mais de 30 países. 


Tucca realiza concerto fora do Brasil

A Tucca (Associação para Crianças e Adolescentes com Câncer) realizou em fevereiro passado seu primeiro concerto beneficente fora do Brasil. No dia 5 de fevereiro, o violinista Charlie Siem e o pianista Itamar Golan apresentaram um programa com autores franceses no Cadogan Hall, em Londres, na Inglaterra.
Criada em 1998 por médicos, pais de pacientes e representantes da sociedade civil, a Tucca tem o objetivo de elevar as taxas de cura e melhorar a qualidade de vida de crianças e adolescentes com câncer. Desde 2002, a entidade realiza uma série anual de apresentações musicais beneficentes na Sala São Paulo. A programação deste ano, que contempla tanto o jazz como a música clássica, começa este mês com apresentação da Jazzmin’s Big Band e Anat Cohen, no dia 27 (leia mais informações no Roteiro Musical, na página 34). A série Aprendiz de Maestro, dedicada ao público infantil, inicia dia 30 de março. 


Municipal do Rio contrata Luiz Malheiro

O maestro Luiz Fernando Malheiro, diretor artístico do Festival Amazonas de Ópera e ex-diretor do Theatro São Pedro (SP), foi nomeado regente titular da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. O diretor-cênico André Heller-Lopes volta a assumir a direção artística. Já o ex-presidente da Fundação do Theatro Municipal Fernando Bicudo assumiu um cargo de assessor especial na Secretaria de Cultura.


Orquestra Ouro Preto cria academia

A Orquestra Ouro Preto criou, no começo deste ano, a Academia Ouro Preto, em Belo Horizonte. O projeto é destinado a jovens violinistas, violistas, violoncelistas e contrabaixistas. Ao todo, são 19 vagas e cada músico receberá uma bolsa de R$ 700. “A academia é a materialização de um sonho antigo e mais um passo importante na história da Orquestra Ouro Preto. Queremos incutir nesses jovens talentos a experiência da música como modo de vida possível, criando oportunidades de inserção deles no mercado da música profissional, através de um trabalho prático e, sobretudo, humano, de desenvolvimento técnico e musical de repertórios distintos que integram o universo da música de concerto”, diz Rodrigo Toffolo, diretor artístico e regente titular do grupo.


Otto Drechsler (1930-2018)

O engenheiro de som Otto Drechsler, alemão radicado no Brasil desde a década de 1970, morreu em 23 de dezembro passado, deixando esposa e quatro filhos. Ao longo de mais de 20 anos, Drechsler destacou-se como um dos principais engenheiros de som dedicados à música clássica no Brasil, tendo realizado pessoalmente a gravação de renomados instrumentistas e orquestras.


Sinfônica Heliópolis inicia concertos em abril

Temporada do grupo terá concertos dedicados a compositores como Liszt, Bartók, Strauss e Mahler

A Orquestra Sinfônica Heliópolis, grupo do Instituto Baccarelli, que desenvolve importante trabalho de formação musical e inclusão social, fará nove concertos em sua série de apresentações no Theatro Municipal de São Paulo.

O primeiro compromisso do grupo será em abril, no dia 10, quando o maestro Isaac Karabtchevsky rege um programa com a Sinfonia nº 8, Inacabada, de Schubert, e a Sinfonia nº 8, de Beethoven. Em maio, Karabtchevsky volta a reger a orquestra, desta vez com a música russa como tema: o pianista Fabio Martino sola no Concerto nº 1 de Rachmaninov e, em seguida, é interpretada a suíte O pássaro de fogo, de Stravinsky, dois olhares sobre a criação do início do século XX.

Em junho, a Sinfônica Heliópolis volta à obra de Gustav Mahler, compositor que tem sido marca da orquestra desde a chegada de Karabtchevsky à direção artística do Instituto Baccarelli. No dia 7, os músicos interpretam a Sinfonia nº 5, conhecida pelo seu famoso Adagietto, declaração de amor do autor a Alma Mahler.

Franz Liszt – nome fundamental para o desenvolvimento do cenário musical no século XIX – é o tema da apresentação de julho. Dele, a orquestra interpreta o Concerto para piano nº 2, a Rapsódia húngara nº 2 e o Poema sinfônico nº 3 de Os prelúdios (a regência é de Karabtchevsky; o solista ainda será anunciado).

Adágios compõem o concerto de agosto. O primeiro é o de Albinoni. Em seguida, vem o movimento lento da Sinfonia nº 6, Sobre a linha das montanhas, de Villa-Lobos. O grupo repete, então, o Adagietto da Sinfonia nº 5 de Mahler e en-cerra a apresentação com o dilacerante Adagio final da Sinfonia nº 9 do compositor.

Outros três programas inteiramente dedicados a um autor aparecem em seguida. Em setembro, a apresentação é composta apenas por obras de Béla Bartók: o Concerto nº 3 (com pianista ainda a ser definido) e o Concerto para orquestra, uma das especialidades de Karabtchevsky. Em outubro, é a vez de Brahms, com o Concerto para violino (com solos de Cármelo de los Santos) e as Danças húngaras nº 4, nº 5, nº 6 e nº 7

Richard Strauss é o destaque em novembro, com duas obras marcantes de sua trajetória e do repertório da passagem do século XIX para o século XX: Morte e transfiguração e Assim falou Zarathustra. O programa do encerramento do ano, no dia 1º de dezembro, ainda não foi anunciado. 

A Sinfônica Heliópolis também vai realizar sua série de concertos no Auditório do Masp. O primeiro concerto acontece já em março, com Edilson Ventureli à frente do grupo na abertura de Russlan e Ludmilla, de Glinka, e na Sinfonia nº 8 de Dvorák. 

Sinfônica Heliópolis sob regência de Isaac Karabtchevsky [Divulgação
Sinfônica Heliópolis sob regência de Isaac Karabtchevsky [Divulgação

Orquestra Jovem de Guarulhos faz balé e ópera

A Orquestra Jovem Municipal de Guarulhos apresentou em fevereiro sua programação anual, com dez atrações, que vão de concertos sinfônicos de música brasileira a uma ópera completa, passando por um balé e pela estreia de uma obra do compositor brasileiro Matheus Bitondi. 

“É uma temporada de apresentações mensais, em que propomos um amplo leque, da música sinfônica pura a música brasileira em concerto, de obras primas consagradas a músicas inéditas”, explica Emiliano Patarra,diretor artístico e regente titular.

Este mês, no dia 23, a orquestra se apresenta com o pianista Leandro Isaac e o trompetista Erik Venditte, dois jovens talentos de Guarulhos que têm conquistado importantes prêmios (leia detalhes no Roteiro Musical).

Um dos destaques da temporada é o violonista Fabio Zanon, que em abril faz a primeira audição brasileira do Concerto para violão nº 2, “de Lieja” de Leo Brouwer. Também neste concerto, acontece a estreia da obra Rito de evocação dos sons ancestrais, de Matheus Bitondi. A apresentação de maio terá o vencedor do 1º Concurso de Piano da Cidade de Guarulhos, e em junho a Orquestra Jovem de Guarulhos apresenta, junto com a Companhia Brasileira de Danças Clássicas, o balé completo O corsário, de Adolphe Adam. 

A grande atração da temporada é a ópera Vanessa, do compositor norte-americano Samuel Barber, título inédito no Brasil. A ópera terá direção cênica de Marcelo Gama e estão confirmados os solista Tati Helene, Marcelo Ferreira e Eric Herrero.

Em setembro, a orquestra apresenta o concerto de premiação do XVI Concurso Jovens Solistas, e em outubro realiza um concerto coral-sinfônico. Em novembro, o grupo toca o ciclo de canções Don Quixote e Dulcineia, de Maurice Ravel, e as Kindertotenlieder, de Gustav Mahler. O solista será o barítono Vinicius Atique.

A temporada se encerra em dezembro com o espetáculo “Luar do Brasil”. Os concertos serão regidos pelo maestro Emiliano Patarra e por dois convidados, ainda a serem confirmados. As apresentações acontecem no Teatro Adamastor, com entrada franca.