A partir de quinta-feira, 14, o Ballet e a Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro realizam La fille mal Gardée, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Sob regência de Jésus Figueiredo, a orquestra executa a música de Ferdinand Hérold e os bailarinos dançam a coreografia de Ricardo Alfonso, adaptada da versão original de Jean Dauberval. Reapresentações ocorrem nos dias 15, 16, 17, 20, 21, 22, 23 e 24.
La fille mal gardée, ou A filha mal guardada, é uma das criações mais antigas do balé de repertório. Coreografada por Jean Dauberval em 1769, a obra foi inspirada pela pintura La Réprimande/Une Jeune Fille querellée par sa mère, A reprimenda/ Uma jovem reprimida por sua mãe, de Pierre-Antoine Baudoin. O balé conta a história de Lise, uma jovem de família rica que deseja se casar com seu amado, Colas. Sua mãe, Simone, entretanto, quer que sua filha se case com Alain, filho do rico proprietário de um vinhedo, e tenta impedir a relação entre os protagonistas.
Ambientado em um cenário campestre, o balé acompanha as tentativas do casal de permanecer unido. Um dos trechos mais conhecidos da obra é a Dança das fitas, que representa a oposição entre o amor verdadeiro e as convenções sociais.
Os solistas variam ao longo das datas das apresentações. Juliana Valadão, Manuela Roçado, Marcella Borges e Tabata Salles interpretam Lise. Cícero Gomes, Alyson Trindade, Owdrin Kaew e Rodrigo Hermesmeyer interpretam Colas. Edifranc Alves e Saulo Finelon atuam como Simone. E Alyson Trindade, Luiz Paulo e Rodrigo Hermesmeyer representam Alain.
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