Projeto foi discutido em junho com o prefeito Eduardo Cavaliere, que pediu ao grupo um programa para a elaboração de um projeto básico arquitetônico
Representantes de orquestras do Rio de Janeiro e da Academia Brasileira de Música visitaram na semana passada o terreno na região central da cidade escolhido para a construção de uma sala de concertos sinfônicos, discutida em junho com o prefeito Eduardo Cavaliere, que, na ocasião, pediu ao grupo um programa para a elaboração de um projeto básico arquitetônico.
O terreno para a futura Sala Rio de Janeiro está localizado na Av. Passos 49, ladeado pela Travessa das Belas Artes e pelo Beco do Tesouro, tendo ao fundo a rua Gonçalves Ledo. Foi anteriormente ocupado pela Academia de Belas Artes, cuja sede foi demolida em 1937. Hoje, pertence ao INSS.

Participaram da visita os acadêmicos André Cardoso e João Guilherme Ripper, representando as orquestras do Rio de Janeiro, o arquiteto José Augusto Nepomuceno, Léo Feijó, representando a Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Manuella Andrade Silva, Diretora de Orçamento, Finanças e Logística do INSS (nacional), e Angélica Arrieta, superintendente regional do INSS no Rio de janeiro (Superintendência Regional Sudeste III).
A mobilização pela construção de uma sala sinfônica no Rio ganhou força em setembro do ano passado, com a criação do “Plano para o desenvolvimento da música de concerto no Rio de Janeiro”, elaborado pela Academia Brasileira de Música e pelo Fórum das Orquestras do Rio de Janeiro e apresentado ao secretário municipal de cultura, Lucas Padilha.
Em junho deste ano, representantes de orquestras cariocas estiveram com o prefeito Cavaliere e defenderam a construção da sala, uma vez que o Rio, de acordo com o plano apresentado, não tem um espaço adequados para concertos sinfônicos, com as orquestras precisando se apresentar em “espaços que não comportam grandes efetivos ou não têm a acústica adequada”.
Participaram do encontro André Cardoso (Orquestra Sinfônica da UFRJ e ABM), João Guilherme Ripper (Orquestra Sinfônica Brasileira, ABM e Funarj), Felipe Prazeres (Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal e Johann Sebastian Rio), Fernando Pereira (Orquestra Petrobras Sinfônica), Tina Werneck (Orquestra Sinfônica Nacional da UFF), Guilherme Bernstein (Orquestra Sinfônica da UniRio), Marcelo Jardim (Orquestra de Sopros da UFRJ), Kelly Davis (Orquestra Sinfônica da UFRJ) e José Augusto Nepomuceno (Arquiteto).
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