A Orquestra Petrobras Sinfônica abre sua temporada 2026 em março, com dois concertos. No dia 14, Isaac Karabtchevsky rege o grupo no Concerto para piano nº 2 de Rachmaninov, com Cristian Budu, e na Sinfonia nº 2, de Tchaikovsky, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. E, no dia 29, na Sala Cecília Meireles, o grupo homenageia os 120 anos de Radamés Gnattali, sob regência de Carlos Mendes e com a participação de João Luiz Areias (trombone), Itamar Assiere (piano), Bruno Gafanhoto (bateria) e Hugo Pilger (violoncelo)
Em abril, Carlos Prazeres rege um programa com obras de Villa-Lobos, George Gershwin e Beethoven, com a pianista Erika Ribeiro como solista. A atração de maio é um programa com obras de Britten e Elgar, regido por Felipe Prazeres e com o violinista Linus Roth como solista.
A programação segue em julho, com regência do argentino Carlos Vieu e solos do violinista Ricardo Amado, spalla da Petrobras Sinfônica, em concerto totalmente dedicado a Tchaikovsky. Em setembro, será apresentado o Réquiem Guaraní-Kaiowá, de Cyro Delvizio, com libreto de Gabriel Neves Camargo, sob regência de Felipe Prazeres.
A venezuelana Glass Marcano, egressa do El Sistema, rege em outubro a orquestra, com obras de Wynton Marsalis e Shostakovich – o solista será o trompetista francês Eric Aubier. Em novembro, o maestro Isaac Karabtchevsky encerra a temporada de Concertos Clássicos com Alberto Nepomuceno e Tchaikovsky.
A orquestra mantém, em 2026, as séries Mundo Pop e Mundo Infantil, celebrando os 35 anos do Black Album, da banda Metallica, e apresentado o concerto O Som das Histórias. No Cine Concerto, será apresentada a trilha do filme Cidade de Deus, em conjunto com a exibição do longa.
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