Robert Trevino rege Sinfônica da Antuérpia na Sala São Paulo

por Redação CONCERTO 19/04/2019

A história da Sinfônica da Antuérpia remonta ao início do século XIX, quando o primeiro grupo de músicos resolveu reunir-se, dando origem a um conjunto que, através do tempo, foi se transformando, crescendo e trocando de nome, mais recentemente batizado de Filarmônica Real de Flandres, até chegar à forma atual.

O grupo, que tem como sede o Queen Elisabeth Hall da Bélgica, já foi dirigido por Philippe Herreweghe e Edo de Waart e, a partir deste ano, terá como regente titular a chinesa Elim Cham, de apenas 32 anos. Na viagem ao Brasil, no entanto, será comandado por outro importante nome da nova geração de maestros, o norte-americano Robert Trevino, que no ano passado esteve em São Paulo para reger a Osesp e volta este ano a comandar a orquestra brasileira na Sala São Paulo.

O programa é um mergulho na música do século XIX. No dia 23, serão apresentadas a Abertura Genoveva, de Schumann; o Concerto para piano nº 4 de Beethoven; e a Sinfonia nº 9 – A grande de Schubert. No dia 24, em vez do Schubert, o grupo toca a Sinfonia nº 2 de Brahms.

Em ambos os concertos o solista será o renomado pianista húngaro Dezsö Ránki, cujas gravações mostram domínio tanto no repertório tradicional quanto na investigação da música do século XX.

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Robert Treviño [Divulgação]
Robert Trevino [Divulgação]