Na quarta-feira, 28, em Belo Horizonte, a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais realiza concerrto gratuito para finalizar o 17º Laboratório de Regência. Breno Albuquerque, Cleber Lourenço, Rodrigues Felipe, Felipe A. Ayala e Isaac Gonçalves Raimundo regem a Sinfonia nº 5 de Tchaikovsky.
O Laboratório de Regência é um dos projetos de formação da Filarmônica de Minas Gerais. Criada por Fabio Mechetti em 2008, a iniciativa oferece a jovens maestros a possibilidade de reger uma orquestra profissional e conhecer os desafios da prática, sob a orientação de Mechetti, diretor artístico e regente titular da filarmônica.
A Sinfonia nº 5 de Tchaikovsky foi estreada em 1888. Embora o compositor russo negasse a característica programática presente na obra, cartas que enviou durante sua criação propunham que a introdução sugeria a “Resignação completa diante do Destino — ou, o que dá no mesmo, dos desígnios inescrutáveis da Providência”. O fio condutor da peça é o motivo introduzido pelo clarinete no primeiro movimento, que aparece e se transforma ao longo dos outros três. Posteriormente, a melodia foi apelidada por pesquisadores como “motivo do destino”.
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