Com direção artística do maestro Evandro Matté, temporada comemora os 70 anos da orquestra e vai homenagear Beethoven (250 anos) e os compositores brasileiros Celso Loureiro Chaves (70 anos) e Alberto Nepomuceno (100 anos de falecimento)
A Orquestra Sinfônica de Porto Alegre acaba de lançar a sua temporada 2020. O grupo abre o ano neste sábado, dia 7 de março, com um programa no qual vai interpretar Sheherazade, de Rimsky-Korsakov, e a Abertura Egmont e a Fantasia coral de Beethoven, com a participação do Coro Sinfônico da Ospa e solos do pianista Alexandre Dossin. A regência é do titular Evandro Matté.
Ainda em março, no dia 23, a orquestra sobe ao palco do Theatro São Pedro, novamente sob regência de Matté, para celebrar os 70 anos de sua estreia, apresentando o programa realizado na época, com peças de Weber, Mendelssohn, Berlioz, Guedes e Beethoven.
A temporada está dividida em diversas séries, além da programação de concertos na Casa da Música da Ospa: Araujo Vianna, Igrejas, Ospa Jovem, Banda Sinfônica, Música de Câmara, Coro Sinfônico e Interior. Espalhadas por todas as séries, serão apresentadas ao longo do ano as nove sinfonias de Beethoven. A orquestra também fará uma apresentação no Teatro Colón, em Buenos Aires (dia 13 de agosto).
Na Casa da Música, os concertos passam a ser temáticos, explorando diferentes facetas do repertório. No dia 9 de maio, por exemplo, a apresentação foi batizada de Uma vida de herói, com a peça de Strauss e o Concerto duplo de Brahms, com regência de Kiyotaka Teraoka e solos de Fabrio Presgrave e Daniel Guedes.
No dia 12 de maio, o tema é Música das Américas, com obras de compositores do continente e regência de Matté. O compositor Celso Loureiro Chaves, que nasceu no mesmo ano e na mesma cidade da Ospa, terá duas obras apresentadas durante a temporada, em 23 de maio (com regência de Matté) e em 12 de setembro (em concerto dirigido pelo polonês Boguslaw Dawidow). A música de Bernstein é foco do concerto de 19 de setembro, com Matté e a violinista Midori como solista. Nepomuceno ganha homenagens no dia 8 de agosto, com o maestro russo Vag Papian, e no dia 3 de outubro, com o maestro Silvio Viegas. Duas semanas depois, Eduardo Monteiro sola no Concerto para piano nº 4 de Beethoven no programa Uma Canção em Vigília.
O ano se encerra com duas obras monumentais. No dia 21 de novembro, a Sinfonia nº 2 – Ressurreição, de Mahler; e, no dia 5 de dezembro, a Nona sinfonia de Beethoven.
A Ospa também apresentará uma ópera, A flauta mágica, de Mozart, no final de agosto, com direção cênica de William Pereira e regência de Evandro Matté; no elenco, o tenor Giovanni Tristacci, a soprano Raquel Paulin e o baixo Saulo Javan, entre outros.
A orquestra também inaugura este ano projetos como as palestras antes de concertos e outras iniciativas que buscam inserir o público no cotidiano do grupo.
Clique aqui e confira a programação completa da Ospa para 2020
Leia mais
Notícias Prepare-se: os destaques da semana
Notícias Maestrina brasileira Natália Larangeira é nova regente assistente da Filarmônica de Buenos Aires
Opinião O caso Plácido Domingo e a ópera no século XXI
![Orquestra Sinfônica de Porto Alegre [Divulgação]](/sites/default/files/inline-images/ospa.jpg)
É preciso estar logado para comentar. Clique aqui para fazer seu login gratuito.
Comentários
Os comentários são de responsabilidade de seus autores e não refletem a opinião da Revista CONCERTO.