A Orquestra Petrobras Sinfônica realiza hoje, amanhã e domingo um Festival Beethoven, com obras de câmara e orquestrais do compositor, de quem se lembram os 250 anos de nascimento em 2020. Os concertos serão transmitidos ao vivo, direto do palco da Sala Cecília Meireles, no Rio de Janeiro.
“Nós havíamos definido os parâmetros para a Petrobras Sinfônica, infelizmente fomos tolhidos pela pandemia – o que não invalida a proposta de apresentarmos as sinfonias com menor orgânico instrumental, como a segunda, a quarta e a oitava sinfonias, além de algumas aberturas. Poder executar Beethoven passa-nos uma mensagem de fé e otimismo”, diz o maestro Isaac Karabtchevsky.
“Cada sinfonia de Beethoven é um mundo a se descobrir, falo isso como regente. É uma honra, dentro do que estamos vivendo, ter a possibilidade de fazer Beethoven! Temos vários fatores limitantes, o que torna mais desafiador ainda, e é emocionante e significativo estarmos realizando o festival neste ano tão estranho”, complementa o maestro Felipe Prazeres. “Vamos atrelar as sinfonias ao concerto de câmara, ao septeto, que é uma obra-prima.”
Na sexta-feira, dia 23, serão apresentados, às 15 horas, os quartetos de cordas op. 18 nº 2 e nº 4; e, às 20 horas, Thiago Santos rege a Abertura Egmont e a Sinfonia nº 2.
No dia 24, o recital da tarde tem o Septeto e, à noite, a orquestra toca a Abertura Coriolano e a Sinfonia nº 4, com Felipe Prazeres.
E, no dia 25, mais dois compromissos. Às 11 horas, Mateus Araújo rege a versão que escreveu para sopros, tímpano e contrabaixo da Sinfonia nº 7; e, às 16 horas, Tobias Volkmann rege a Abertura As criaturas de Prometeu e a Sinfonia nº 8.
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