A tetralogia O anel do nibelungo, de Richard Wagner, é uma das mais impactantes e ambiciosas obras da cultura ocidental. Por meio da mitologia, Wagner discute questões centrais do século XIX, assim como musicalmente estabelece um novo patamar para o gênero operístico.
Por conta disso, a obra, dividida em quatro partes, mantém-se não apenas como pilar do repertório, como inspira adaptações e releituras das mais variadas (até no universo dos quadrinhos a história já foi narrada por personagens da Disney).
Uma dessas releituras é a suíte sinfônica O anel sem palavras, que o maestro Lorin Maazel construiu a partir dos principais temas criados por Wagner para a partitura. E é com ela que a Orquestra Jovem do Estado de São Paulo abre sua temporada 2020, neste domingo, dia 16, na Sala São Paulo.
O concerto, que terá também passagens instrumentais das quatro partes do Anel, será regido pelo maestro Cláudio Cruz, diretor musical do grupo.
Ao longo do ano, a Orquestra Jovem do Estado fará uma série de sete concertos na Sala São Paulo em sua temporada de assinaturas.
A próxima apresentação acontece no dia 10 de maio, com a abertura As Criaturas de Prometeu de Beethoven, o Concerto para violino, de Kabalevsky (com solos da irlandesa Diane Daly), e a Sinfonia nº 5, de Shostakovich. A regência é do maestro chileno Rodolfo Fischer.
Cláudio Cruz volta a reger a orquestra no dia 13 junho, em um concerto que tem a Sinfonia nº 1, de Beethoven, e os Choros nº 10, Rasga coração, de Villa-Lobos (participam o Coral Jovem do Estado, o Coral Juvenil do Guri e o Coral EMESP Tom Jobim).
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