Sinfônica de Piracicaba recebe convidados, toca música chinesa e apresenta balés em 2026

por Redação CONCERTO 16/02/2026

Ao longo da nova temporada, grupo vai se apresentar também na Sala São Paulo 

A Orquestra Sinfônica de Piracicaba, que tem direção artística do maestro alemão Knut Andreas, fará programas mensais ao longo de sua temporada 2026, com convidados internacionais, dois espetáculos de balé e um concerto na Sala São Paulo.  

A temporada tem início em fevereiro, quando o grupo apresenta a Sinfonia nº 1 – Titã, de Gustav Mahler, sob regência de Andreas. Em março, a atração é um programa batizado de Uma noite de tango portenho, com a participação do maestro convidado Abel Rocha e dos solistas Norberto Vogel (bandoneon) e Matias Nieva (trompete). 

O maestro da Orquestra Sinfônica da Universidade de Londrina, Rossini Parucci, rege a apresentação de março, com Visões brasileiras, de Raul do Valle, o Concerto para contrabaixo e orquestra nº 1, de Bottesini (com solos do argentino Julián Medina) e a Sinfonia nº 4 – Italiana, de Mendelssohn. 

Em maio, o destaque é a música chinesa, com a maestra Ni Fan e obras de Liu Tieshan (A dança do povo dos Yao), Du Mingxin (Suíte Destacamento Vermelho de Mulheres) e a Sinfonia nº 4 de Tchaikovsky. O maestro William Coelho assume a batuta em junho, em um programa inteiramente dedicado a Dvorák (Marcha festiva, seleção de Danças eslavas e o Concerto para violoncelo e orquestra, com solos de Rebeka Yang). 

Andreas volta ao pódio em julho, quando a orquestra toca o Concerto para violino de Ross Edwards (Victoria Wong, solista) e os Quadros de uma exposição, de Mussorgsky – esse programa será apresentado ainda na Sala São Paulo, em agosto. Também em agosto, de volta a Piracicaba, a orquestra se une à Companhia de Dança Erxleben (Alemanha) e à Cedan (Companhia Estável de Dança) de Piracicaba para apresentar o espetáculo Robin Hood, com direção de Marita Erxleben e Camilla Pupa. 

Em setembro, Shah Sadikov rege um programa com a abertura de A flauta mágica, de Mozart, a Fantasia Carmen, de Sarasate (solos de Véronique Mathieu) e a Sinfonia nº 6 de Tchaikovsky. Fabio Martino retorna à orquestra em outubro, para solar no Concerto para piano nº 4 de Beethoven, em programa que tem ainda o poema sinfônico Marabá, de Francisco Braga, e a Abertura festiva, de Ernst Mahle. A regência é de Andreas. 

Parcival Módolo rege a sinfônica em novembro, em programa com a participação do oboísta Luis Carlos Justi, solista no Concerto para oboé e orquestra nº 2 de Ludwig August Lebrun – o grupo toca ainda obras de Glinka e as Danças brasileiras para orquestra, de Flávio Régis Cunha. O encerramento do ano, em dezembro, será com o espetáculo O quebra-nozes, com direção de Knut Andreas e Camilla Pupa.

O maestro Knut Andres [Divulgação/Rodrigo Alves]
O maestro Knut Andres [Divulgação/Rodrigo Alves]

 

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