A Cripta da Catedral da Sé está completando 100 anos de fundação. Situada a 7 metros de profundidade em relação à Praça da Sé, a Cripta foi projetada pelo alemão Maximilian Emil Hehl e contém 32 câmaras mortuárias, que abrigam personagens fundamentais da história paulista.
Estão lá, por exemplo, os restos mortais do cacique Tibiriçá (considerado o primeiro cidadão paulistano) e do Regente Feijó (que governou o Brasil enquanto Dom Pedro II era criança). O mais recente sepultado foi Dom Paulo Evaristo Arns, em 2016.
Para comemorar o centenário, a Catedral está promovendo a série Concertos 100 Anos da Cripta da Catedral da Sé, com 30 apresentações de música instrumental e do canto coral brasileiros, com direção de Camilo Cassoli, oferecendo uma boa oportunidade para se conhecer a própria cripta e outros locais de acesso restrito da Catedral, como os salões do piano e do coro.
A próxima apresentação acontece neste sábado, dia 27, com o Coro Sinfônico de Goiânia, em um repertório de obras corais a cappella.
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